A maneira como o funcionário se alimenta está associada à sua produtividade. A má alimentação pode ser a razão de um baixo rendimento da equipe. Sendo assim, assegurar uma rotina alimentar saudável aos colaboradores é uma maneira de garantir mais energia, eficácia e qualidade do trabalho.

Ficou interessado no assunto? Então confira, neste post, algumas informações sobre a má alimentação e como ela interfere na produtividade do seu time.

O que caracteriza a má alimentação?

O colaborador que começa o dia sem tomar o café da manhã, por exemplo, está mais suscetível à perda de concentração e produtividade. Além disso, tem mais chances de exagerar no almoço ou substituí-lo por um lanche gorduroso, que exige muita energia para ser digerido, causa incômodos gastrointestinais e deixa a pessoa mais cansada e lenta.

Como alternativa, muitos optam pelo cafezinho, que, a princípio, resolve o problema da sonolência, mas em excesso acaba gerando estresse e, consequente, o aumento da liberação do cortisol. O cortisol, quando liberado em grandes níveis, é responsável pelo atraso no metabolismo, pela diminuição na capacidade de aprendizagem, pelo acúmulo de gordura e pode desencadear compulsão alimentar.

Para desestressar, alguns apelam para doces ou biscoitos. Responsáveis pelos picos de glicose, eles não são fontes de energia, não saciam a fome e ainda levam ao consumo de mais açúcar. Ou seja: uma dieta desestruturada desde o seu princípio só piora a capacidade do funcionário de desenvolver sua atividade de maneira eficiente.

Qual é a relação da má alimentação com a produtividade?

O excesso de açúcar, cafeína e alimentos gordurosos é prejudicial não só à vida pessoal dos colaboradores, mas à vida profissional também. Da mesma forma, a falta de uma rotina regular de alimentação também pode influenciar negativamente na produtividade do profissional.

Para reverter esse quadro, a solução é evitar longos períodos em jejum, alimentar-se de maneira balanceada (pelo menos 5 vezes ao dia), incluir nas refeições alimentos ricos em fibras oleaginosas, frutas, legumes, fontes saudáveis de proteína e beber muita água.

Como a cesta básica interfere na saúde do colaborador?

Algumas empresas ficam em dúvida entre oferecer o cartão alimentação ou a cesta básica. Tratando-se de garantia de uma alimentação balanceada e da saúde do trabalhador, a cesta básica leva vantagem sobre o cartão alimentação por proporcionar os itens necessários para a dieta saudável, sem deixar brechas para a utilização do recurso para outros fins que não sejam a compra de alimentos.

Outra alternativa seria oferecer o cartão alimentação para quem recebe um salário maior, e a cesta básica para os funcionários com salários menores, adequando às necessidades de cada um.

Além das vantagens nutricionais, a cesta básica pode ser também um ótimo incentivo ao bom trabalho. Empresas podem bonificar seus colaboradores subsidiando o fornecimento de cestas básicas a depender da frequência dos trabalhadores. Exemplo: 100% de presença, 70% do valor integral da cesta. Afastamento por doença, 50% do valor da cesta. Atrasos e faltas sem justificativas, 30% do valor da cesta.

Uma opção alternativa é oferecer a cesta de Natal como um presente de fim de ano, estreitando os laços com a equipe e, simbolicamente, agradecendo aos colaboradores pelo empenho despendido ao longo do ano.

Compreender que a má alimentação pode estar afetando o trabalho do seu time e encontrar meios para solucionar esse problema pode ser o primeiro passo para melhorar a produtividade e alcançar os objetivos da empresa com mais eficiência. Você conhece outras alternativas para melhorar a alimentação dos seus colaboradores? Deixe um comentário!

Publicado Por:
Vinicius Dias –  Marketing Digital